Ciranda Poética – “Conta-me histórias…” – Participantes

 
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Conta-me histórias …
 

Conta-me histórias, meu amor

Conta-me histórias de encantar

Mesmo que sejam para me embalar

Conta-me histórias meu amor

Que eu vou fingir acreditar

 

Doces palavras de sedução

Envoltas em toda a emoção

Que só tu lhe sabes dar

Histórias de derreter o coração

Que gosta de brincar a amar

 

Conta-me histórias meu amor

Histórias de me deixar encantada  

Sem queremos saber do depois

Assim sem dar por nada

Ficamos encantados os dois

 

Liz

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Vos conto uma história!

Eu conheci dias magníficos.
O amor era meu servidor.
A vida cantava como uma música
E me ofereceu montões de felicidade,
Mas eu comprei sem mesmo até contar:
Eu tinha em meu coração tudo a gastar.

Era uma história de amor.
Era como lindo dia de festa,
Cheio de sóis e de negócios,
Onde a primavera me cortejou,
Mas quando as histórias são atraentes,
E que sempre não podem durar.
Era uma história de amor.
Minha parte de prazer, minha parte sonho,
Foi preciso que se termine um dia,
Para me fazer uma tristeza de amor.

E bem feito se minhas noites são brancas,
Rasgos do inferno se choram agora assim,
É a tristeza que leva uma vingança.
Tem só a tristeza que está satisfeita.
Realmente, dá para se rir.
Eu tenho a impressão querer morrer.

Era uma história de amor.
Era como lindo dia de festa,
Cheio de sóis e de negócios,
Onde a primavera me cortejou,
Mas quando as histórias soarem atraentes,
Isso sempre não pode durar…
Era uma história de amor,
Pela qual daqui em diante esquecida.
Alguém sempre tem que chorar,
Para fazer uma história a amar.
Cheia de muito sol e de grandes amores…

texte do Livro As Paixões de
Manuel Poète©

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Rabiscos de um dia….
De tempos que já lá vão.
 
Contando uma História
 
Rabiscou muitas letras
No tempo em que o amava
Em pedaços de papel
Esquecidos os deixou
Pensando não iam ler,
Cortou e jogou ao léu.
Deixou seus sonhos guardados
E seus desejos no céu.
 
E na praça um dia…
Um senhor de mechas brancas,
Contava papéis cortados,
Onde alguém os deitou.
Lá, escrito nos rabiscos,
Seu nome, o dela e um verso.
Apenas poeira cortada
E na saudade imerso.
 
Foram caminhos trocados,
Palavras de amor e esperança
Flores que nunca secaram
Sons que nunca calaram
Valeu-lhes a esperança,
Felizes mesmo que ao longe,
Contando papéis rasgados
Mas tendo seu amor ao lado.
 
Historia que escutei
E hoje conto para vocês
È só essa que eu sei
Quem mais souber…  
 Conta duas e três.
 
Denise Figueiredo
Do Livro Poesia das minhas histórias
 

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Conta-me histórias…

 

Aninha-me com palavras

Cobre-me de belas emoções

E faz-me acreditar

Na paz dos mortais

No calor das mãos

Em sorrisos espelhados no olhar

 

Conta-me histórias…

Ajuda-me a percorrer todos os caminhos

A esperar quem há muito se ausentou

Mas que ainda permanece preso

Como um barco sem amarras

 

Conta-me histórias…

Vamos saltar o silêncio

Ignorá-lo com o poder da imaginação

Palavras soltas… ruídos vivos…

Esquecer o oco… o vazio…

 

Conta-me histórias…

… de amar.

 

♣ Ąηηα ♣ 

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Conta-me Histórias  

 

Aquelas, meu pai querido

que me contavas, contente

da tua infância e, ainda

 da adolescência de sonho

a primeira namorada, eu suponho

roubaste um beijo, escondido…

 

Conta-me histórias, meu herói

mesmo aquelas que ainda te dói

dos teus feitos pela vida

da trajetória sofrida

tuas lutas sem vitórias

os adeuses dos amigos

ombros que foram abrigos…

 

Vem…aqui ao lado meu

enxuga esse pranto teu

mostra-me o teu passado

de derrotas ou glórias

enquanto eu rabisco os teus passos

de um viver indevassado

pra eternizar em meus traços

as belezas da tua memória 

 

Vem…meu pai, dá-me um abraço

Depois…conta-me as tuas histórias!

 

Simplesmente Lu…(Maria Lucia)

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CONTA-ME HISTÓRIAS

 

Conta-me histórias, mesmo que sejam inglórias.

De guerreiros em suas sangrentas batalhas,

Que com coragem e acreditando na vitória

Destemidos, cruzavam pontes e venciam muralhas.

 

Conta-me histórias de paixões secretas,

De amantes que se amaram em segredo.

Histórias, em versos, contadas por poetas,

Dos que ao amor, entregaram-se sem medo.

 

Conta-me também, histórias proibidas,

Com retratos gravados em camafeus.

Na alma sofrida, escondidas.

Romance que não aconteceu.

 

Conta-me histórias inocentes,

Cheias de anjos e querubins.

Mesmo que sejam incoerentes,

Pra embalar a criança que existe em mim.

 

Conta-me histórias de vida e de morte,

A trazer-me, em suas essências, lições.

Que desfaçam a crença no azar e na sorte.

A soar aos ouvidos, como lindas canções!

 

Rosangela

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Contador de historias

 

Conta-me historias amor

daquelas em que acredito

Historias bem inspiradas

que dão o dito por não dito?

Conta-me historias amor

de ti como cavaleiro

De uma donzela em apuros

em que chegavas primeiro

E daquela outra vez

que tu contastes uma vez

Em que perdeste a ilusão

e encontraste um ancião

que com a sua sabedoria

Te conduziu, pela mão

Conta-me historias daquelas de encantar

para que me volte o sorriso

e eu finja acreditar

Conta-me historias amor

das donzelas que salvaste

Das ferozes lutas que travaste?

Todas elas de valor?

Fala-me de ti amor….

Conta-me historias

dos jardins, que semeaste

das flores que colheste

e, das rosas, que pisastes

e a quem roubaste a cor!

Conta-me tudo amor!…

Como um acto de confissão

e depois de contrição

Conta-me tudo, amor

mas não me roubes, a ilusão

Angelina Andrade

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"Conta-me histórias…"
 
Conta-me histórias… mãe
 
Da menina que embalaste
Dos momentos que vivemos
Das lições que me ensinaste
Do carinho que ainda temos.
 
Conta-me histórias… pai
 
De quando connosco brincavas
De  quanto por nós tu lutaste
De como nos amavas
E da saudade que deixaste.
 
Conta-me histórias… amor
 
De carinho e emoção
De jardins cheios de côr
De amor em construção
Sem lágrimas, desânimo e dor.
 
Mina Pêgo
 
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Conta- me Histórias
 
 
Tanto de mim tens  a contar
Para recordar,assim viver
 
Conta-me histórias
Minha Mãe conta-me
Por onde andei
Caminhos que percorri
A calçada que pisei
 
És livro ,conto memória
Tens tanto a contar
Sim tens
 
Minha infância
Para recordar,assim reviver
Caminhos que cruzei
Amigos que conheci e deixei
 
Rapaz  da escola que amei
Sorrisos que ganhei
Colegas que nunca esqueci
 
És livro da vida
Lenda encantada
Tua lenda é poésia
 
És criança tempo romance confidência
 Sómente minha lembrança
Saudade memória
Livro da minha história
 
A paixão do poeta
Que em mim guardo agora.
 
Anita de Castro
 
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Gratos pela colaboração do Júri
 

Aleatoriamente escolhido entre os Amigos de Rascunhos & Sentimentos

 

 

Ana Coelho

 

http://anacoelhoantunes.spaces.live.com/

 

 

Mena

 

http://filomiranda2.spaces.live.com/

 

 

Violeta

 

http://cantinhodavioleta.spaces.live.com/

 

 

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